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20/07/2010

Luiz Caldas vira cantor de Heavy Metal

É isso mesmo que vc leu!!

Luiz Caldas vira cantor de Heavy Metal e faz letra suicida
Pai da axé music substitui pés descalços por All Star e planeja show num cemitério


O pai da axé music se converteu ao heavy metal. A mistura pode parecer bizarra, mas quando o cantor baiano de Feira de Santana explica o feito tão calmamente, tal história se torna até possível. Aos 47 anos, Luiz Caldas, o cantor de Fricote, aquela dos versos “Nega do cabelo duro, que não gosta de pentear”, agora berra a sombria letra de Maldição.

A batida pesada veio à cabeça enquanto corria na praia da Boca do Rio, em Salvador, com o mar da Bahia de testemunha. Para ficar à altura da inspiração, bolou logo a letra sobre um suicida que não consegue se matar. A composição dá nome ao megashow que o cantor fará em 18 de setembro na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador.

Com um cemitério de cenário, ele promete fazer “o maior show de rock já visto no Brasil”. A reportagem esteve com o músico no fim da tarde desta sexta (16), no estúdio WR, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. O local é praticamente uma extensão da casa dele, já que foi neste estúdio que, há 25 anos, forjou a axé music. Assim que a entrevista terminou, Caldas assumiu o microfone para botar voz com vigor na faixa Maria, Maria, que compõe o disco promocional Luiz Caldas Ao Vivo, ainda sem data para ser comercializado. O álbum traz pérolas de sua carreira, como Haja Amor, Tieta e Odé e Adão, além de outras músicas que gosta de cantar, como a que gravou de Milton Nascimento e Fernando Brant.

Segue Entrevista...





Por que você entrou no mundo do heavy metal?
- Minha festa é plural. Não posso entristecer a minoria que não quer só música para tirar o pé do chão. E meu instrumento sempre foi a guitarra, inventada por Dodô e Osmar no trio elétrico. O Brasil é a terra de guitarristas como Pepeu Gomes, Armandinho, Robertinho do Recife...

O que você diz para quem se assusta com essa mudança?
- Não existe mudança. Continuo sendo o Luiz Caldas. Posso tocar o que quiser. Entrei no heavy metal por cima, fazendo bem feito. Por isso, o Andreas Kisser, o Lobão, o Tico Santa Cruz e os meninos do Angra ligaram para me parabenizar. Se você der uma chegadinha no meu MySpace verá que ele é todo de heavy metal.

Como você compôs Maldição?
- Foi correndo na praia, porque corro todo dia na Boca do Rio, vou de frente à sede do Bahia até a primeira ponte e volto. Aí ouvi a batida [cantarola o barulho inicial da música]. Na hora de botar a letra, pensei: não posso falar que “o meu amor me deixou, que eu fui para o shopping”. Eu fui para a treva. Conto a historia de um cara que quer se suicidar e mesmo assim não consegue. Isso é que é terrível. Nem se matar ele pode.

E se pensarem que você fez pacto com o diabo?
- Não tem nada disso. Eu sou yoguin. Não como carne, animal nenhum, não bebo...

Como vai ser o show Maldição?
- É uma produção caríssima e não tem apoio de ninguém. Vamos gastar três dias montando o cenário. É uma coisa cinematográfica nunca assistida no Brasil num show de rock. O palco enorme da Concha Acústica será todo cenário e vai se transformar num grande cemitério. Será totalmente pesado. Vai ser uma ópera, uma peça teatral musicada. Os quatro músicos no palco vão usar maquiagem de cinema. Não vou mostrar meu rosto. Trouxe muita coisa de Miami.

Você vai viajar com a turnê Maldição?
- Eu levo o show para onde me chamarem e me pagarem.

Por que você calçou com All Star seus famosos pés descalços?
- Me deu vontade de usar. Ganhei uma graninha e resolvi comprar. Fiquei descalço esse tempo todo...

E agora só vai andar de tênis?
- Quando as pessoas acharem que é, aí não vai ser de novo. A ideia é essa. Eu, por exemplo, cortei meu cabelo por um golpe de marketing.

Fonte: R7
Miguel Arcanjo Prado - Do R7


Ainda não conseguiu imaginar isso?...Normal...

Então escute:




Agora sim henn...A Tieta batendo cabeça no show q deve ser foda!!

O que a Perpetua acha disso?

09/07/2010

08 Versões Interessantes #OuNão

Na outra postagem que fiz sobre Cover/VersionRock, mostrei umas musicas em versões estilo rock/metal, hoje vai ser ligeiramente diferente...08 Classicos da Música em versão 'alternativa' bem interessantes...outras nem tanto...






Rolf Harris - Stairway to Heaven (Led Zeppelin)


Não sei se só eu achei isso muito...muito tenso...



Paul Anka - Smells Like Teen Spirit (Nirvana)


Quando ouvi isso achei interessantíssimo...é..nao gosto de nirvana



Sid Vicious - My Way (Frank Sinatra)


Essa versão é classica...



Pat Boone - Enter Sandman (Metallica)


Curto bastante Jazz, e essa versão ficou ótima..é bom ver um classico do Metal em Jazz...BÔNUS


Scissor Sisters - Comfortably Numb (PinkFloyd)


Sou louco por PinkFloyd, (meu maior sonho era ver um show com uma reunião de todos os membros do Pink, infelizmente o Richard Wright nos deixou mais cedo...) Mas essa versão é um crime !! #SemMais


Richard Cheese - Welcome To The Jungle (Guns N'Roses)





The Ukulele Orchestra of Great Britain - Anarchy in the UK (The Sex Pistols)


Sem comentários...Curti demais isso...


The Bad Plus - Iron Man (Black Sabbath)


A única falha na versão é a falta de vocal...

Aguardem, vai ter mais...logo logo!!

03/03/2010

Be & Thoven(s) - The Return

Recebi, via twitter, hoje a noticia que a fantástica dupla de comediantes Be & Thoven (Vallério Wiz e Fernando Siqueira), que estavam na ativa na década de 90, retornou aos trabalhos da dupla...er..não os dois, infelizmente...apenas o Vallério Wiz junto com mais 3 novos integrantes.

A dupla fazia comedia através de paródias de musicas populares e eruditas mas tinham composições próprias com letras de humor ácido sobre o cotidiano e atualidades. A dupla, em suma, era espetacular...não so nas letras quanto nas musicas.

Deram varias entrevistas para o Jô, como por exemplo essa:



Bom, o grupo está de volta, 'Os Be & Thovens', retornaram com uma apresentação no mes de fevereiro. Vallério Wiz junto com mais 3 integrantes, como ja disse antes, que são musicos e tambem comediantes.



Vallério Wiz resume 'Be & Thovens':


"Se Ludwig von Beethoven assistisse esse show, com certeza gritaria: "Wer sind diese Verrückten?"  (Quem são esses loucos ?) E ele teria razão! Somos loucos por ele. Pela obra, pelo nome, pela história de sua vida. Demos seu nome a ruas, museus, teatros e até a um simpático cão São Bernardo. Por que não também a uma trupe de humor?


Beethoven e Be & Thovens têm muito em comum. Beethoven, assim como Be & Thovens, era rebelde e inquieto. Se o primeiro trouxe grandes concertos para o mundo, se arriscando nos temas e nas sonoridades e continuou compondo até depois de ter ficado surdo, os segundos, assim como o mundo, não têm conserto de jeito nenhum.

Sobre Vallério Wiz:

Vallério Wiz começou sua carreira artística em 1986 nos corredores do prédio da Reitoria da Universidade de São Paulo - USP - onde, além de participar do Coralusp, estudou canto lírico, história da música, harmonia e percepção rítmica. Protagonizou a cantata Catuli Carmina de Carl Orff em única apresentação nacional no Teatro Sérgio Cardoso em São Paulo e fez diversas apresentações pelo Brasil junto à Orquestra Sinfônica de Campinas cantando peças para coro e orquestra, na época regida pelo Maestro Benito Juarez.
Entre o início de sua carreira e 1991, o artista foi premiado em vários festivais de música e fundou os grupos de música performática "A Bandona" e "Think Freud". Em 1992 criou a dupla Be &  Thoven, fazendo temporada de sete anos em teatros municipais e casas de espetáculo de inúmeras cidades do estado de São Paulo e do país, sempre com recorde de público, além de mais de 1200 shows corporativos.
Em 1997 recebeu das mãos do jornalista Fernando Vanucci, no Clube Sírio Libanês em São Paulo, o Prêmio Qualidade Brasil na categoria Humor Inteligente. Em 1999 criou o espetáculo "Graças a Dois" - dividindo palco com Eduardo Dusek e ficando quatro anos em cartaz, exclusivamente em ambientes corporativos.
Em 2000 criou e lançou os grupos “Orquestra.Zip”, “Quarteto Irreverente” e Laptop Show. Os dois primeiros ficaram três anos em cartaz.Em 2002 criou a Orquestra Cirúrgica Brasileira, espetáculo dirigido para eventos da área médica e farmacêutica que acontece até hoje.
Be & Thovens chegou ao sofá do Programa do Jô em sete oportunidades e 13 aparições no vídeo, incluindo-se as reprises escolhidas pela produção do programa sempre como umas das melhores do ano.



Mais videos antigos do Be & Thoven:







Espero que voces gostem...ouNão

Reclamem com o @roger_ogre que fica lendo a coluna do Andreas kisser